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Nostalgia Cinza

 


Chegou o momento de relembrar um pouquinho as melhores e piores leituras do primeiro semestre do ano com a TAG 50%. Vem conferir uma lista enorme de indicações literárias ♥


06:18 No comments


 Já fazia algum tempinho que eu não respondia uma TAG no canal no YouTube, então decidi compartilhar um pouquinho dos meus hábitos de leiura, que foram se adaptando principalmente nesse último ano de quarentena.

Assista no vídeo abaixo e aproveita para me contar nos comentários quais são os seus hábitos de leitura ♥



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07:59 No comments


 Está aberta a temporada de vídeos temáticos de Natal lá no canal! E pra começar esse mês de dezembro, trouxe uma tag temática bem fofinha, que mistura indicações de leituras que são a cara do Natal e músicas natalinas. Vem ♥


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10:55 No comments

Em fevereiro, a caixinha da TAG Inéditos trouxe uma surpresa extremamente agradável e um novidade dentro do clube. Escola de Contos Eróticos Para Viúvas é o primeiro livro de literatura erótica enviado aos assinantes e traz uma história de empoderamento por meio da sexualidade, da escrita e, claro, da própria literatura. Uma das minhas leituras favoritas de 2020 que me conquistou e tenho certeza que conquistará muitos leitores também. Quer saber mais? Então confira a resenha de Escola de Contos Eróticos Para Viúvas!

"Filha de imigrantes indianos, Nikki passou a maior parte de seus vinte e tantos anos distanciando-se da tradicional comunidade sikh, preferindo uma vida mais independente e, em outras palavras, ocidental. Quando a morte de seu pai deixa a família financeiramente desestruturada, Nikki se habilita a dar aulas de escrita criativa em um centro comunitário no coração da comunidade punjabi em Londres.

Logo no primeiro dia de trabalho, Nikki descobre que, na verdade, as viúvas sikh que aparecem para o curso estão esperando aprender alfabetização básica em inglês, e não a arte de escrever contos. Nikki está prestes a desistir da tarefa quando um livro erótico cai no colo das alunas e causa um furor na sala de aula. A jovem professora percebe, que, por baixo de seus sáris brancos, ela têm uma riqueza de fantasias e memórias. Ansiosa por libertar essas mulheres, Nikki as ensina a escrever suas histórias não contadas, desencadeando um processo criativo inesperado - e perigoso."

FICHA TÉCNICA
Título: Escola de contos eróticos para viúvas
Autora: Balli Kaur Jaswal
Páginas: 352
Ano: 2020
Editora: TAG Inéditos e Planeta de Livros
Nota: 4,5
Compre: Assine a TAG Inéditos. 
LIVRO CEDIDO EM PARCERIA COM A EDITORA




A literatura erótica sempre foi vista com bastante preconceito e isso se mantém mesmo em uma época onde a sexualidade feminina vem sendo cada vez mais aceita e discutida. Ao contrário de romances, por exemplo, a literatura erótica tem como elemento essencial a descrição explícita de cenas envolvendo relações sexuais, a expressão de desejos íntimos, a liberdade de trazer para o papel a luxúria.

No caso de Escola de contos eróticos para viúvas, o erotismo se mostra presente nas histórias escritas pelas personagens do livro. A literatura erótica ganha espaço ao servir como catalisador de sonhos, registro de vivências, expressão de desejos e ferramenta de empoderamento para mulheres reprimidas tanto por sua cultura, quanto por sua idade e status.

"Nikki parou e olhou ao seu redor. Estava cercada por mulheres de cabeça coberta - mulheres correndo atrás de filhos pequenos, mulheres olhando de soslaio umas para as outras, mulheres debruçadas sobre andadores. Cada uma tinha a sua história. Ela era capaz de se imaginar falando para uma sala cheia daquelas mulheres punjabi. Seus sentidos inundados com as cores de seus kameezes, o som do tecido farfalhando e dos lápis batendo, o cheiro de perfume e cúrcuma. Sua motivação ficou bem clara. 'Algumas pessoas nem sabem que esse lugar existe', ela diria. 'Vamos mudar isso'. Indignadas e com os olhos inflamados, elas escreveriam suas histórias para o mundo inteiro ler." Página 23


Escola de contos eróticos para mulheres conta a história de um grupo de viúvas que encontra em uma aula de escrita criativa e alfabetização em inglês, um espaço de compartilhamento, acolhimento e inesperada sororidade. O livro tem como fio condutor da narrativa a história de Nikki, professora responsável por facilitar essas aulas.

O leitor tem acesso a seus dilemas familiares, seus dramas pessoais, sua própria trajetória de redescoberta da cultura punjabi, como filha de imigrantes. Entretanto, por mais interessante que seja sua história, ela perde espaço para as narrativas trazidas pelas viúvas. Não é um demérito da protagonista, as outras personagens apenas conseguem cativar mais o leitor com sua riqueza de vivências, mesmo que apareçam de forma mais pontual.


Escola de contos eróticos para viúvas é uma demonstração da importância de se falar sobre sexo na literatura. O sexo, principalmente para as mulheres, é motivo de mais repressão do que é possível abordar apenas em um post de resenha. Balli Kaur Jaswal mostra como a sexualidade feminina desperta ao encontrar acolhimento e espaço, e como é lindo ver essa expressão.

"- O engraçado é que também fiquei surpresa. Não percebi o que queria dizer até dizer. É por isso que eu evitava conversar com ele, para começar. [...] Estas sessões de contação de histórias são um bom divertimento, mas acho que também aprendi a defender o que eu quero. Exatamente o que eu quero." Página 291


Escola de contos eróticos para viúvas é uma leitura bem agradável. Além de ter uma protagonista consistente e um enredo envolvente, Balli Kaur Jaswal elaborou uma trama com coadjuvantes interessantes, com provocações que geram reflexões no leitor, questionamentos a respeito da liberdade sexual dentro de uma sociedade que segrega mulheres, principalmente viúvas, e oferece ao leitor um gostinho de uma cultura bem diferente da nossa.

É mais uma prova de como a literatura torna o conhecimento mais acessível de forma dinâmica, envolvente e intensa. Por meio da literatura temos contato com culturas diferentes através de uma imersão intensa e empática.


Em seu livro, Balli Kaur Jaswal também levanta uma questão bem interessante sobre o feminismo e que não poderia ser mais atual. Nikki, a protagonista, é uma mulher forte, decidida, que não deixou tradições e influências diminuírem sua vontade de correr atrás dos seus sonhos. Ao contrário de sua irmã, Nikki se sente limitada pelas imposições de sua cultura e faz de tudo para se distanciar daquilo que a tornaria uma mulher submissa. Entretanto, é interessante observar que ela é uma feminista que age de acordo com todos os ideais que acredita, mas precisa aprender a lidar com os diferentes pensamentos e vivências de outras mulheres, mesmo que não estejam tão de acordo com o que ela acredita ou faria com sua própria vida.


Escola de contos eróticos para viúvas também traz um panorama interessante sobre o que é ser estrangeiro e imigrante na Grã-Bretanha, principalmente em Londres. Mesmo sendo uma ficção, lembrei bastante The Good Immigrant, livro que reúne uma coletânea de relatos de escritores, com diversas vivências, que vivem em Londres. Esse é um ponto bem forte do livro e que enriquece bastante a leitura.

Mesmo se passando em Londres, o livro traz com intensidade diversos elementos da cultura indiana, com foco na cultura punjabi. O Punjab é uma região fronteiriça entre Paquistão e Índia, que carrega em suas entranhas uma enorme riqueza histórica.


A TAG Inéditos trouxe em sua caixinha de fevereiro Escola de contos eróticos para viúvas, uma revistinha com um conteúdo excelente sobre a cultura punjabi, uma contextualização da literatura erótica, uma entrevista interessante com a autora e muito mais. Além disso, os assinantes também receberam um marcador, um incensário e dois incensos que ajudam a tornar a leitura ainda mais imersiva. Uma caixinha delicada e muito bem pensada para combinar com o livro.


Escola de contos eróticos para viúvas é um livro que mostra, com delicadeza a empatia, a força de mulheres que se unem para compartilhar histórias, dividir experiências e escrever sonhos. Balli Kaur Jaswal nos presenteia com um livro rápido de ler e extremamente prazeroso, capaz de provocar no leitor sua própria capacidade de criar cenários para suas fantasias. Um achado literário excelente.

E se você quiser conferir ainda mais a minha experiência lendo Escola de contos eróticos para viúvas, confira o vlog de leitura do livro!


Gostou da resenha e quer mais uma indicação de livro relacionado à cultura indiana? Então conheça O Diário de Nisha!

"Pela primeira vez na vida delas, puderam compartilhar abertamente seus pensamentos mais privados e saber que não estavam sozinhas. Eu as ajudei a descobrir isso, e me dispus a aprender com elas também. Aquelas mulheres estavam acostumadas a dar a outra face quando injustiças eram cometidas porque é inapropriado se envolver, ou ir até a polícia e trair um dos seus. [...] Elas sabem que são capazes de lutar" Página 318


E além do conteúdo postado no Blog, no YouTube, Instagram e Twitter, o Nostalgia Cinza conta com uma newsletter especial para os amantes da literatura. Além de ficar por dentro do conteúdo postado nas redes sociais, ao assinar a newsletter você tem acesso a conteúdos exclusivos sobre o mercado editorial, literatura e ainda fica à par dos lançamentos mais aguardados. Inscreva-se e receba também essas newsletters preparadas com muito carinho para todo leitor ♥
17:33 1 comments

Nos últimos anos, livros com enredos que se passam na Austrália têm caído cada vez mais nas minhas escolhas literárias. Liane Moriarty é um nome recorrente aqui no blog, assim como Jojo Moyes e agora Jane Harper entra para essa lista com muito louvor. A Seca foi o livro escolhido na caixinha de Agosto da TAG Inéditos, em parceria com a editora Morro Branco. Uma leitura surpreendente, complexa e envolvente.

Quer saber mais sobre o livro de Jane Harper? Então confira a resenha de A Seca!

"Não chove em Kiewarra, Austrália, há dois anos. As tensões na comunidade agrícola tornam-se insuportáveis quando três membros da família Hadler são encontrados mortos em sua propriedade. Todos acham que Luke Hadler matou a esposa e o filho de seis anos de idade e depois cometeu suicídio. Apenas a filha mais nova, ainda bebê, sobrevive. O policial Aaron Falk retorna à sua cidade natal para os funerais e se vê atraído para a investigação. Enquanto a suspeita paira sobre todos os moradores da cidade, Falk é forçado a confrontar a comunidade que o rejeitou vinte anos atrás. Um segredo que ele pensou estar enterrado há tempos ameaça voltar à tona com a morte de Luke. Velhas feridas se reabrirão nesta cidade árida."


FICHA TÉCNICA
Título: A Seca
Autora: Jane Harper
Páginas: 368
Ano: 2019
Editora: TAG Experências Literárias / Morro Branco
Nota: 4,5 
Compre: Amazon
Comprando por esse link você ajuda e incentiva o Nostalgia Cinza
LIVRO CEDIDO EM PARCERIA COM A TAG EXPERIÊNCIAS LITERÁRIAS





A Seca se passa em Kiewarra, uma cidade australiana, onde não chove há dois anos. O clima desértico e praticamente palpável já nas primeiras páginas e se faz presente ao longo de toda a narrativa. Além de estar cada vez mais interessada em descobrir autores australianos ou livros que se passam em diversas partes desse país, A Seca me chamou a atenção pela promessa de que a natureza seria praticamente um personagem no decorrer da história, o que de fato acontece.

"O calor do final de tarde o envolveu como um cobertor. Abriu a porta de trás com pressa para apanhar o paletó e queimou a mão no processo. Após a mais breve hesitação, pegou o chapéu de cima do assento. Tinha a aba larga e era de lona marrom rígida, não combinava com o terno fúnebre." Página 12


A natureza, além de ser uma inspiração literária por si só, quando trabalha de forma primorosa por um autor, pode acabar desempenhando um papel fundamental no desenvolvimento de uma história. Em Um Lugar Bem Longe Daqui, eu havia comentado a respeito dessa característica maravilhosa e como isso pode dar uma profundidade ainda maior para um enredo. Bebendo um pouco do Naturalismo literário e da ideia de que a natureza enriquece um livro e pode ser determinante para os personagens e suas ações, Jane Harper soube usar isso de forma bem interessante em uma quase ficção climática. Mesmo que ela não mencione, de forma explícita, o tempo inteiro, a seca e o clima quase desértico estão presentes em vários momentos, o leitor consegue praticamente sentir o sol sob a cabeça enquanto mergulha na história.

A seca se faz presente não apenas no cenário onde se passa a narrativa, mas também na amargura dos habitantes da cidade, na secura no trato uns com os outros, na forma áspera de lidar com questões humanas e na facilidade que todos têm de, a qualquer momento, fazer uma faísca se tornar um incêndio. Os fenômenos naturais dão um toque a mais para um livro cujo suspense já seria o suficiente para prender o leitor. O clima em si não é um fator determinante do livro, mas serve como um recurso literário interessante.


O suspense principal trata do assassinato brutal de uma família conehcida por todos na cidade. Por se tratar de uma comunidade pequena, o evento abala profundamente os alicerces das relações entre os habitantes, o que se torna ainda mais forte e profundo quando Aaron Falk, um antigo morador, retorna à cidade natal para os enterros e, como investigador, se vê preso a uma suspeita de que a tragédia escondia mais do que deixava transparecer.

Além da investigação informal que Aaron Falk começa a conduzir, o leitor é apresentado a um mistério que persegue o protagonista desde que optou por deixar a cidade: a morte de uma garota muito próxima, anos atrás. Os dois suspenses se desenvolvem ao longo da narrativa e o leitor, assim como Aaron Falk, se vê preso em uma teia de mentiras e mistérios que ameaçam mudar toda a comunidade.


Para ajudar a trabalhar o passado sem abrir mão do tempo presente, o autor faz uso de flashbacks. Além do itálico para separar esses blocos de texto, não há nada que delimita explicitamente a mudança de tempo na narrativa, mas a escrita de Jane Harper é tão bem definida que essa demarcação se torna desnecessária. Em muitos livros é fácil se perder durante flashbacks, mas em A Seca o leitor consegue entender perfeitamente que a narração segue o fluxo de pensamentos do protagonista, só tendo acesso às informações à medida que Aaron Falk as têm também. Jane Harper puxa o leitor para dentro da mente do personagem e consegue criar um fluxo natural de acordo com o ritmo de suas memórias, sem a ajuda de explicações mastigadas por parte do narrador.

"O imenso rio se transformara numa cicatriz empoeirada sobre a terra. O leito vazio se estendia longo e árido nas duas direções, suas curvas serpenteantes percorrendo o caminho por onde antes fluíra a água. O vão que os séculos haviam cavado era agora um mosaico de rochas e capim. Pelas margens, raízes cinza e nodosas estavam expostas como teias de aranha." Página 117


A Seca segue um ritmo de leitura bem tranquilo, mesmo pensando que se trata de um romance policial. As investigações são feitas à base da intuição de Aaron Falk e isso faz com que não existam muitos momentos eletrizantes ou impossíveis de largar o livro, mas mesmo assim é um enredo cativante. Jane Harper constrói bem o suspense e desenvolve a trama de forma inteligente e bem enigmática. É um daqueles livros em que o leitor dificilmente conseguirá adivinhar o final, o que faz com que A Seca ganhe ainda mais destaque em meio a outros livros do gênero.

A edição enviada pela TAG Inéditos também é um ponto a se levantar. Além da diagramação bem elegante e acessível, que promove uma leitura fluida, os brindes que compõe a caixinha dão um toque a mais para alguém que gosta de colecionar mimos literários. A sobrecapa ajuda a dar um ar de mistério para a narrativa, o vaso autoirrigavel deixa o leitor no clima da história, e a revista que acompanha o livro ajuda a ampliar o olhar para a leitura que está por vir. Clubes de assinatura de livro estão voltando a ganhar popularidade e meu primeiro contato com a caixinha da TAG Inéditos me fez entender perfeitamente o porquê.


A Seca é uma indicação perfeita para fãs de romances policiais e suspenses, além de ser um ótimo exemplo de como uma autora pode construir um enredo cativante, mantendo um ritmo praticamente constante na narrativa. Jane Harper representa um movimento de escritores australianos que tem tudo para ganhar ainda mais o leitor brasileiro.

Gostou da resenha e quer conhecer outro título incrível? Então conheça Um Lugar Bem Longe Daqui!

"Ficou ali em pé sobre as pernas trêmulas, a vista embaçada enquanto, ao seu redor, as cacatuas revoavam e cantavam em direção ao céu vermelho e abrasador. Sozinho, dentro daquela monstruosa ferida, Falk mergulhou o rosto nas mãos e gritou uma única vez." Página 118

SOBRE A TAG INÉDITOS
A TAG Experiências Literárias oferece dois tipos de clube do livro e assinatura: a TAG Curadoria e a TAG Inéditos. A Seca foi publicado pela TAG Inéditos em parceria com a editora Morro Branco. Os assinantes da TAG Inéditos recebem, todos os meses, livros que ainda não foram publicados no Brasil com uma curadoria feita por bookhunters. São best-sellers de leitura rápida e linguagem contemporânea, daqueles repletos de diálogos e cenas emocionantes, que fisgam o leitor desde as primeiras páginas. Na caixinha da TAG Inéditos você recebe o livro em edição exclusiva (brochura), box colecionável, revista sobre autor e a obra, mimo literário, marcador de página e playlist personalizada. Alguns meses depois do envio do livro para os assinantes do clube, o lançamento poderá ocorrer nas livrarias, mas a edição das prateleiras será diferente, pois a do clube tem tiragens limitadas e é exclusiva aos associados.




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16:27 No comments

Já estamos começando o segundo semestre e decidi responder a TAG 50% para relembrar algumas leituras marcantes de 2019, até agora. É sempre uma delícia relembrar livros e personagens e adorei responder essa TAG, já estou animada para começar minhas leituras do segundo semestre ♥

Confira o vídeo com as minhas respostas e aproveite para responder a TAG 50% também!



*Para fins de direitos autorais, declaro que as imagens utilizadas neste post não pertencem ao blog. Qualquer problema ou reclamação quanto aos direitos de imagem podem ser feitas diretamente com nosso contato. Atenderemos prontamente. Fonte: Florencia Viadana on Unsplash.

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Laura Brand. Editora, jornalista, produtora de conteúdo e apaixonada por contar histórias. É apaixonada por livros e acredita que cada página guarda uma história incrível que merece ser contada. Atualmente você pode encontrá-la falando sobre narrativas por aí, contando histórias escritas e ajudando a transformar sonhos em livros.

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