facebook google twitter tumblr instagram

Pages

  • Início
  • Sobre
  • Resenhas
  • Cotidianos
  • Devaneios
  • Mercado editorial
  • Parcerias
  • Contato

Nostalgia Cinza


Doutor estranho foi o filme de herói mais esperado para o segundo semestre de 2016. Com um enredo completamente diferente do que os espectadores estão acostumados em ver nas telonas, doutor estranho encanta com efeitos especiais sensacionais e um novo gancho para o universo marvel.

“Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) leva uma vida bem sucedida como neurocirurgião. Sua vida muda completamente quando sofre um acidente de carro e fica com as mãos debilitadas. Devido a falhas da medicina tradicional, ele parte para um lugar inesperado em busca de cura e esperança, um misterioso enclave chamado Kamar-Taj, localizado em Katmandu. Lá descobre que o local não é apenas um centro medicinal, mas também a linha de frente contra forças malignas místicas que desejam destruir nossa realidade. Ele passa a treinar e adquire poderes mágicos, mas precisa decidir se vai voltar para sua vida comum ou defender o mundo.”

Stephen Strange sempre foi um personagem que me despertou curiosidade apesar de não ter acompanhado sua trajetória nos quadrinhos. Assim como Guardiões da Galáxia e Homem-Formiga, Doutor Estranho chega aos cinemas com o desafio de encantar os espectadores com uma história nova e uma produção nunca antes vista nos filmes da Marvel.
O filme já começa de forma intensa, não tem enrolação. Os personagens são apresentados sem mais delongas e a jornada do herói começa rapidamente. A atuação de Benedict Cumberbatch não me decepcionou nem um pouco, visualmente ele está parecidíssimo com o Stephen Strange dos quadrinhos e nas telonas ele convence bem. As atuações de Tilda Swinton e de Mads Mikkelsen também são pontos altos do filme.
Algo que não pode passar batido e é, sem sombra de dúvidas, o ponto alto do filme são os efeitos especiais. A princípio eles causam certo estranhamento por serem muito trabalhados, cheios de detalhes e intensos, mas, após o susto inicial, eles se tornam momentos para se ansiar ao longo do filme. Se Homem-Formiga surpreendeu com os efeitos especiais voltados para o nível molecular do universo, Doutor Estranho se volta para a imensidão de possibilidades da vida.
Os efeitos especiais trabalham as dimensões e as distorções da realidade. Logo de cara já somos surpreendidos com uma perseguição que brinca com os moldes de prédios, ruas, avenidas; literalmente. São tantos detalhes para se atentar que fazem o filme ficar emocionante durante todo o tempo, é impossível desgrudar os olhos da telona. Seja pelos efeitos voltados para a distorção da realidade quanto para o movimento das mãos ao manipular a magia. Foi um dos raros filmes em que o 3D não me incomodou nem um pouco, faz valer a pena os óculos.
Doutor estranho não é um filme com a mesma pegada de humor de Guardiões da Galáxia ou Homem-Formiga, é um filme mais sério, com dilemas mais adultos e existenciais. Apesar disso, não deixa de ter aquele toque de humor típico da Marvel. Li e assisti muitos comentários criticando a forma como as piadas foram "jogadas" na narrativa. Entretanto, com exceção de uma ou outra, acho que todas as piadas caíram bem para quebrar o clima e divertir o público. As várias e altas risadas na sala do cinema comprovam que essa tática funciona nos filmes da Marvel.
Algo diferente e surpreendente ao longo do filme são as reflexões a respeito da mortalidade, da morte em si. Dos filmes da Marvel é o mais profundo nesse sentido. São reflexões, principalmente por parte da Anciã, muito belas e pontuais sobre a existência humana, corpo e alma, o tempo como um todo. Não esperava que essas questões fossem ser trabalhadas no filme e o roteiro me ganhou com isso.
Doutor Estranho me agradou, mas não surpreendeu muito. Já esperava que o filme fosse o que é, que seria bom na medida em que é e isso não é algo negativo. Já fui para a sala de cinema esperando encontrar a fórmula Marvel e ela é entregue. Com uma produção impecável e efeitos especiais dignos de Oscar que tornam o filme o mais alternativo e diferente de todos, mas a fórmula é a mesma.
É um filme redondinho, não é um fan service, quem não conhece muito da história de Doutor Estranho consegue entender perfeitamente todo o filme. Até mesmo quem não assiste a muitos filmes de quadrinhos consegue assistir sem problema algum. Mesmo que o filme faça uma referência mínima aos Vingadores e esteja inserido no mesmo universo, não está irreversivelmente ligado a um enredo trabalhado anteriormente. Doutor Estranho vale, e muito, a ida aos cinemas. E, como sempre, as duas cenas extras são a cereja do bolo em um filme divertido, reflexivo e psicodélico.


    País: EUA
    Classificação: 12 anos
    Estreia: 3 de Novembro de 2016
    Duração: 134 min.
    Direção: Scott Derrickson, Scott Derrickson
    Roteiro: C. Robert Cargill, Jon Spaihts, Jon Spaihts, Joshua Oppenheimer, Joshua Oppenheimer, Scott Derrickson, Thomas Dean Donnelly, Thomas Dean Donnelly
    Elenco: Benedict Cumberbatch, Tilda Swinton, Chiwetel Ejiofor, Rachel McAdams, Mads Mikkelsen, Amy Landecker, Scott Adkins




*Para fins de direitos autorais, declaro que as imagens utilizadas neste post não pertencem ao blog. Qualquer problema ou reclamação quanto aos direitos de imagem podem ser feitas diretamente com nosso contato. Atenderemos prontamente. Fonte: Screenrant.

Ficou com vontade de assistir o filme ou gostou da crítica? Então corre para os cinemas e não se esqueça de me contar o que achou. Já assistiu o filme? Não deixe de compartilhar a sua opinião aqui em baixo!
09:15 39 comments

Adoro filmes de suspense, ainda mais quando te fazem ficar grudada na cadeira do cinema sem conseguir respirar direito. Águas rasas fez exatamente isso comigo. É um filme que tem tudo para ser mais um clichê e surpreende com uma personagem inteligente e marcante.

“Nancy está surfando em uma praia isolada quando se vê presa em uma boia a vinte metros da margem. A dificuldade em sair dali apenas cresce quando percebe que está sendo vigiada por um tubarão branco.”

Blake Lively me surpreendeu como Nancy. Não estava acostumada a vê-la em um papel tão dramático e exigente e ela conseguiu entregar uma ótima atuação e uma personagem bem marcante. Nancy se sente perdida após a morte de sua mãe e decide viajar até o México para conhecer uma praia secreta, um lugar mágico para sua mãe que descobriu ali que estava grávida. Em pouco tempo ela percebe que aquela praia não é tão paradisíaca quanto parece ser.
Nancy é doce, muito corajosa e extremamente inteligente. Essa última foi a característica que mais se exalta ao longo do filme, ela faz coisas que jamais passariam pela minha cabeça em uma situação tão crítica em que é preciso tirar proveito do instinto de sobrevivência e de um pensamento rápido e analítico. Uma das coisas que mais me incomodam em filmes de suspense, são personagens irreais com atitudes claramente estúpidas, o que praticamente não acontece ao longo do filme. Isso faz com que Águas Rasas não se torne monótono, muito pelo contrário.
Águas rasas vai direto ao ponto, diferente de filmes clássicos do mesmo estilo como Tubarão que demoram certo tempo para apresentar cenas de ação ou momentos em que algo assustador acontece. Águas rasas, ao contrário do clássico, não constrói uma história cheia de diálogos, com vários personagens e cenários. Uma pequena e rápida introdução situa a personagem de Blake na história e o filme não demora para preparar o terreno com um suspense crescente. O filme se passa todo em um curto espaço de tempo e apenas em um lugar, o que contribui para que o suspense seja ainda mais eletrizante. Águas rasas é bem real na medida do possível e mantém o suspense do início ao fim, é impossível ficar calmo em meio ao terror sofrido por Nancy. É um filme para ficar sem respirar direito, com os olhos grudados na tela sem piscar.
Minha única crítica diz respeito ao final do filme, fiquei com a impressão de que a última cena foi escrita de forma muito rápida e só para concluir a história com alguma explicação. Por mais que a conclusão tenha sido boa, senti que faltou alguma coisa.
Águas rasas é uma excelente pedida para quem é fã de um bom suspense e de uma história eletrizante. Os roteiristas souberam trabalhar muito bem o curto espaço de tempo da história e criar um enredo que funciona, é aquele filme pra assistir várias vezes.

País: EUA
Classificação: 14 anos
Estreia: 25 de Agosto de 2016
Duração: 102 min.
Direção: Jaume Collet-Serra
Roteiro: Anthony Jaswinski
Elenco: Blake Lively , Óscar Jaenada



*Para fins de direitos autorais, declaro que as imagens utilizadas neste post não pertencem ao blog. Qualquer problema ou reclamação quanto aos direitos de imagem podem ser feitas diretamente com nosso contato. Atenderemos prontamente. Fonte: Google imagens.

Ficou com vontade de assistir o filme ou gostou da resenha? Então corre para os cinemas e não se esqueça de me contar o que achou. Já assistiu o filme? Não deixe de compartilhar a sua opinião aqui em baixo!
09:05 3 comments

Nerve era um mistério para mim. Antes de assistir ao filme, não sabia praticamente nada sobre a história. Fazia um bom tempo que eu tinha assistido ao trailer e acabei me esquecendo do enredo. Não criei nenhuma expectativa para o filme e me surpreendi de uma forma muito positiva.

“A tímida Vee DeMarco (Emma Roberts) é uma garota comum, prestes a sair do ensino médio e sonhando em ir para a faculdade. Após uma discussão com sua até então amiga Sydney (Emily Meade), ela resolve provar que tem atitude e decide se inscrever no Nerve, um jogo online onde as pessoas precisam executar tarefas ordenadas pelos próprios participantes. O Nerve é dividido entre observadores e jogadores, sendo que os primeiros decidem as tarefas a serem realizadas e os demais as executam (ou não). Logo em seu primeiro desafio Vee conhece Ian (Dave Franco), um jogador de passado obscuro. Juntos, eles logo caem nas graças dos observadores, que passam a enviar cada vez mais tarefas para o casal em potencial.”

O filme já vai direto ao ponto, não existe muita enrolação para explicar o que é o jogo, como ele funciona, até porque é bem intuitivo. O roteiro também não faz muitas introduções a respeito dos personagens, apenas o básico para entender suas motivações e personalidades. Os personagens também são bem diferentes entre si e funcionam bem juntos. A química entre Emma Roberts e Dave Franco é muito boa, foi um dos pontos altos do filme. 
Achei a história bem diferente do que estou acostumada a ver. É uma abordagem interessante a respeito de como um aplicativo/site pode se tornar um fenômeno tão rapidamente e influenciar os jovens de forma tão avassaladora. O filme também dá um toque sobre a falta de privacidade causada pela exposição pessoal e ingênua na internet e critica uma característica dos jovens de hoje de procurarem validação dos outros acima da própria segurança e bem estar, não só por causa do dinheiro (que é a razão principal da adesão ao aplicativo). Claro que é uma crítica exagerada e muito extrema, mas ainda assim é uma reflexão válida.
A resolução do filme não foi rápida nem lenta, o que geralmente me incomoda. A história se encaixou bem, de uma forma razoavelmente boa. Ficou bem redondinho e ainda abre espaço para uma possível continuação. É preciso não procurar muitos defeitos de realidade (que não são muitos) e abraçar a história. É um filme de aventura diferente e divertido.
Nerve começa de uma forma mais tranquila, divertida e bem teen. Com o passar do tempo e do avanço dos personagens no jogo, ele se torna cada vez mais tenso, perigoso e misterioso. É um filme divertido e bem feito, bem elaborado. Entrega exatamente o que promete o trailer sem estragar a história, isso hoje em dia é uma raridade muito bem vinda. Não é um filme sensacional, mas vale a pena a ida aos cinemas, me divertiu bastante e não vi o tempo passar.

País: EUA
Classificação: 12 anos
Estreia: 25 de Agosto de 2016
Duração: 96 min.
Direção: Ariel Schulman, Henry Joost
Elenco: Emma Roberts, Juliette Lewis, Dave Franco



*Para fins de direitos autorais, declaro que as imagens utilizadas neste post não pertencem ao blog. Qualquer problema ou reclamação quanto aos direitos de imagem podem ser feitas diretamente com nosso contato. Atenderemos prontamente. Fonte: Google imagens.

Ficou com vontade de assistir o filme ou gostou da resenha? Então corre para os cinemas e não se esqueça de me contar o que achou. Já assistiu o filme? Não deixe de compartilhar a sua opinião aqui em baixo!
12:03 2 comments

O filme mais esperado do ano finalmente chegou aos cinemas e, com pouco mais de alguns dias de exibição para a imprensa, já divide opiniões.

“Reuna um time dos super vilões mais perigosos já encarcerados, dê a eles o arsenal mais poderoso do qual o governo dispõe e os envie em missão para derrotar uma entidade enigmática e insuperável que a agente Amanda Waller (Viola Davis) concluiu que só pode ser vencida por indivíduos desprezíveis e com nada a perder. Quando os membros do improvável time percebem que não foram escolhidos para vencer, mas sim para falharem inevitavelmente, será que o Esquadrão Suicida decide ir até o fim tentando concluir a missão ou a partir daí é cada um por si?”

É inegável dizer que Esquadrão Suicida gerou uma expectativa gigantesca tanto por parte dos fãs de quadrinhos como pelo público geral que se interessou pela proposta vendida nos trailers extremamente bem feitos. A questão central é: o filme entrega o que promete? 
O filme começa com uma apresentação rápida sobre os vilões que compõem o Esquadrão Suicida e é um dos pontos altos do filme. Com uma música diferente a cada vilão, vemos como eles foram parar nas prisões, seus conflitos com quem os colocou lá e um pouco da história e personalidade excêntrica de cada um. As primeiras cenas do filme foram feitas especialmente para empolgar o expectador e isso funciona muito bem.
A trilha sonora é simplesmente sensacional. É, sem dúvidas, uma das melhores trilhas que já ouvi. As músicas são muito bem distribuídas ao longo do filme sem ficar algo enjoativo ou forçado demais. Além disso, a escolha das músicas para cada personagem, principalmente na parte das apresentações iniciais é uma ótima estratégia.
Os personagens são muito bons, com personalidades bem caricatas e existe realmente muita variedade. Infelizmente alguns ganham mais espaço de tela que outros, mas isso já era esperado, então não foi nenhuma surpresa. O ponto mais alto do filme é, sem dúvidas, Margot Robbie como Arlequina. A atriz incorpora muito bem o papel de uma vilã sensual e louca. Para interpretar a amante do Coringa é preciso realmente entender o papel e Margot teve uma atuação quase que perfeita. Will Smith está muito bom no papel de Pistoleiro, mas o ator não foge muito dos perfis que está acostumado a interpretar. Viola Davis também é uma atriz que consegue dar vida e personalidade ao papel de Amanda Waller.
Algumas das cenas mais legais de Esquadrão Suicida tem a relação da Arlequina e Coringa como fato principal. Além de algumas explicações envolvendo origem, as cenas conseguem transmitir a química do casal de um jeito muito crível e empolgante.
Gostei do fato do filme se passar num curto espaço de tempo, sem muita enrolação ou explicações desnecessárias. Mostra exatamente o propósito do filme. Esquadrão Suicida é muito autoexplicativo e não é preciso ser um fã alucinado dos quadrinhos para conseguir entender a trama ou se envolver com o desenvolvimento dos personagens.
Esquadrão Suicida não é um filme muito sombrio como o primeiro trailer fez parecer que é. Entretanto, também não é um filme muito cômico ou abusivo nas piadas. Arlequina é uma das principais responsáveis pelo alívio cômico do filme sem ficar muito enjoativo.
Acho que o principal motivo para as críticas negativas foi a expectativa gerada pelos trailers. O que acaba sendo ruim porque limita em muito o fator surpresa e espontaneidade. O filme é o que se passa nos trailers. Sim, Esquadrão Suicida entrega o que promete, mas nada mais que isso. O filme não correspondeu às minhas expectativas que eram muito elevadas, mas também não foi uma decepção. O Coringa aparece ao longo de todo trailer, o que não acontece no filme, suas participações são pontuais e dá para perceber que várias cenas foram cortadas na edição final. O filme não é um filme do Coringa, ele não passa de um mero coadjuvante. Talvez tenha sido por isso que o longa foi recebido de forma tão negativa por parte da crítica.
Jared Leto como Coringa é uma questão interessante. É muito difícil comparar sua atuação com a lendária de Heath Ledger pelo simples fato de que os dois coringas são extremamente diferentes. Não chega a ser justo compará-los. O Coringa de Heath é um homem extremamente sombrio, perdido em si e cheio de ódio. Já o personagem interpretado por Leto é um Coringa mais gângster (como é mostrado de forma explícita nos trailers) e extremamente louco. Também é difícil avaliar a atuação de Jared levando em conta o curto tempo que ele aparece na telona. Achei que ele não ficou devendo muito, mas gostaria de ter visto mais.
Um ponto negativo do filme foi o vilão escolhido. Fiquei extremamente incomodada com a razão de todo o problema, não vi muito sentido nas escolhas feitas e com o desenrolar da trama em cima disso. Também achei a solução de tudo muito rápida. Além disso, faltou certa química entre os vilões do Esquadrão. Talvez tenha sido pelo curto espaço de tempo no qual o filme acontece, mas o enredo pecou em não explorar de forma mais convincente a aproximação dos personagens. A química entre o Pistoleiro e Arlequina é uma das únicas que realmente parece original.
O filme possui uma cena pós-créditos no estilo Marvel (fãs da DC, me perdoem pela referência) claramente feita para os fãs. A cena é legal, é empolgante, vale a pena ficar para assistir.
Apesar das críticas, o filme me agradou muito, me divertiu e cumpriu seu papel; entregou vilões caricatos, diferentes e muito divertidos, cada um com sua complexidade individual. Assistiria ao filme de novo facilmente, sem dúvidas. É um filme que vale a pena assistir, mesmo que não seja o melhor do ano.


País: EUA
Classificação: 12 anos
Estreia: 4 de Agosto de 2016
Duração: 130 min
Direção: David Ayer
Roteiro: David Ayer
Elenco: Margot Robbie, Jared Leto, Jai Courtney, Will Smith, Cara Delevingne, Viola Davis



*Para fins de direitos autorais, declaro que as imagens utilizadas neste post não pertencem ao blog. Qualquer problema ou reclamação quanto aos direitos de imagem podem ser feitas diretamente com nosso contato. Atenderemos prontamente. Fonte: Google imagens.


Ficou com vontade de assistir o filme ou gostou da resenha? Então corre para os cinemas e não se esqueça de me contar o que achou. Já assistiu o filme? Não deixe de compartilhar a sua opinião aqui em baixo!
10:55 11 comments
Older Posts

About me

Whats-App-Image-2020-02-10-at-14-04-15

Laura Brand. Editora, jornalista, produtora de conteúdo e apaixonada por contar histórias. É apaixonada por livros e acredita que cada página guarda uma história incrível que merece ser contada. Atualmente você pode encontrá-la falando sobre narrativas por aí, contando histórias escritas e ajudando a transformar sonhos em livros.

Follow

Assine a newsletter!


Seguidores

Follow

Popular Posts

  • Entenda a ordem de leitura da Irmandade da Adaga Negra
  • 8 autoras de romances adultos que você precisa conhecer
  • Resenha: O Inferno de Gabriel
  • O que é a leitura sensível?
  • Tirinhas para acompanhar no twitter
  • Resenha: A sutil arte de ligar o f*da-se
  • 13 episódios de desenhos animados para assistir no dia das crianças
  • Dicas para tirar fotos incríveis de livros
  • Resenha: A Seca
  • Resenha: Peça-me O Que Quiser Ou Deixe-me
online

Created with by ThemeXpose