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Nostalgia Cinza

 


Chegou o momento de relembrar um pouquinho as melhores e piores leituras do primeiro semestre do ano com a TAG 50%. Vem conferir uma lista enorme de indicações literárias ♥


06:18 No comments


 Já fazia algum tempinho que eu não respondia uma TAG no canal no YouTube, então decidi compartilhar um pouquinho dos meus hábitos de leiura, que foram se adaptando principalmente nesse último ano de quarentena.

Assista no vídeo abaixo e aproveita para me contar nos comentários quais são os seus hábitos de leitura ♥



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07:59 No comments


 Está aberta a temporada de vídeos temáticos de Natal lá no canal! E pra começar esse mês de dezembro, trouxe uma tag temática bem fofinha, que mistura indicações de leituras que são a cara do Natal e músicas natalinas. Vem ♥


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10:55 No comments

Em fevereiro, a caixinha da TAG Inéditos trouxe uma surpresa extremamente agradável e um novidade dentro do clube. Escola de Contos Eróticos Para Viúvas é o primeiro livro de literatura erótica enviado aos assinantes e traz uma história de empoderamento por meio da sexualidade, da escrita e, claro, da própria literatura. Uma das minhas leituras favoritas de 2020 que me conquistou e tenho certeza que conquistará muitos leitores também. Quer saber mais? Então confira a resenha de Escola de Contos Eróticos Para Viúvas!

"Filha de imigrantes indianos, Nikki passou a maior parte de seus vinte e tantos anos distanciando-se da tradicional comunidade sikh, preferindo uma vida mais independente e, em outras palavras, ocidental. Quando a morte de seu pai deixa a família financeiramente desestruturada, Nikki se habilita a dar aulas de escrita criativa em um centro comunitário no coração da comunidade punjabi em Londres.

Logo no primeiro dia de trabalho, Nikki descobre que, na verdade, as viúvas sikh que aparecem para o curso estão esperando aprender alfabetização básica em inglês, e não a arte de escrever contos. Nikki está prestes a desistir da tarefa quando um livro erótico cai no colo das alunas e causa um furor na sala de aula. A jovem professora percebe, que, por baixo de seus sáris brancos, ela têm uma riqueza de fantasias e memórias. Ansiosa por libertar essas mulheres, Nikki as ensina a escrever suas histórias não contadas, desencadeando um processo criativo inesperado - e perigoso."

FICHA TÉCNICA
Título: Escola de contos eróticos para viúvas
Autora: Balli Kaur Jaswal
Páginas: 352
Ano: 2020
Editora: TAG Inéditos e Planeta de Livros
Nota: 4,5
Compre: Assine a TAG Inéditos. 
LIVRO CEDIDO EM PARCERIA COM A EDITORA




A literatura erótica sempre foi vista com bastante preconceito e isso se mantém mesmo em uma época onde a sexualidade feminina vem sendo cada vez mais aceita e discutida. Ao contrário de romances, por exemplo, a literatura erótica tem como elemento essencial a descrição explícita de cenas envolvendo relações sexuais, a expressão de desejos íntimos, a liberdade de trazer para o papel a luxúria.

No caso de Escola de contos eróticos para viúvas, o erotismo se mostra presente nas histórias escritas pelas personagens do livro. A literatura erótica ganha espaço ao servir como catalisador de sonhos, registro de vivências, expressão de desejos e ferramenta de empoderamento para mulheres reprimidas tanto por sua cultura, quanto por sua idade e status.

"Nikki parou e olhou ao seu redor. Estava cercada por mulheres de cabeça coberta - mulheres correndo atrás de filhos pequenos, mulheres olhando de soslaio umas para as outras, mulheres debruçadas sobre andadores. Cada uma tinha a sua história. Ela era capaz de se imaginar falando para uma sala cheia daquelas mulheres punjabi. Seus sentidos inundados com as cores de seus kameezes, o som do tecido farfalhando e dos lápis batendo, o cheiro de perfume e cúrcuma. Sua motivação ficou bem clara. 'Algumas pessoas nem sabem que esse lugar existe', ela diria. 'Vamos mudar isso'. Indignadas e com os olhos inflamados, elas escreveriam suas histórias para o mundo inteiro ler." Página 23


Escola de contos eróticos para mulheres conta a história de um grupo de viúvas que encontra em uma aula de escrita criativa e alfabetização em inglês, um espaço de compartilhamento, acolhimento e inesperada sororidade. O livro tem como fio condutor da narrativa a história de Nikki, professora responsável por facilitar essas aulas.

O leitor tem acesso a seus dilemas familiares, seus dramas pessoais, sua própria trajetória de redescoberta da cultura punjabi, como filha de imigrantes. Entretanto, por mais interessante que seja sua história, ela perde espaço para as narrativas trazidas pelas viúvas. Não é um demérito da protagonista, as outras personagens apenas conseguem cativar mais o leitor com sua riqueza de vivências, mesmo que apareçam de forma mais pontual.


Escola de contos eróticos para viúvas é uma demonstração da importância de se falar sobre sexo na literatura. O sexo, principalmente para as mulheres, é motivo de mais repressão do que é possível abordar apenas em um post de resenha. Balli Kaur Jaswal mostra como a sexualidade feminina desperta ao encontrar acolhimento e espaço, e como é lindo ver essa expressão.

"- O engraçado é que também fiquei surpresa. Não percebi o que queria dizer até dizer. É por isso que eu evitava conversar com ele, para começar. [...] Estas sessões de contação de histórias são um bom divertimento, mas acho que também aprendi a defender o que eu quero. Exatamente o que eu quero." Página 291


Escola de contos eróticos para viúvas é uma leitura bem agradável. Além de ter uma protagonista consistente e um enredo envolvente, Balli Kaur Jaswal elaborou uma trama com coadjuvantes interessantes, com provocações que geram reflexões no leitor, questionamentos a respeito da liberdade sexual dentro de uma sociedade que segrega mulheres, principalmente viúvas, e oferece ao leitor um gostinho de uma cultura bem diferente da nossa.

É mais uma prova de como a literatura torna o conhecimento mais acessível de forma dinâmica, envolvente e intensa. Por meio da literatura temos contato com culturas diferentes através de uma imersão intensa e empática.


Em seu livro, Balli Kaur Jaswal também levanta uma questão bem interessante sobre o feminismo e que não poderia ser mais atual. Nikki, a protagonista, é uma mulher forte, decidida, que não deixou tradições e influências diminuírem sua vontade de correr atrás dos seus sonhos. Ao contrário de sua irmã, Nikki se sente limitada pelas imposições de sua cultura e faz de tudo para se distanciar daquilo que a tornaria uma mulher submissa. Entretanto, é interessante observar que ela é uma feminista que age de acordo com todos os ideais que acredita, mas precisa aprender a lidar com os diferentes pensamentos e vivências de outras mulheres, mesmo que não estejam tão de acordo com o que ela acredita ou faria com sua própria vida.


Escola de contos eróticos para viúvas também traz um panorama interessante sobre o que é ser estrangeiro e imigrante na Grã-Bretanha, principalmente em Londres. Mesmo sendo uma ficção, lembrei bastante The Good Immigrant, livro que reúne uma coletânea de relatos de escritores, com diversas vivências, que vivem em Londres. Esse é um ponto bem forte do livro e que enriquece bastante a leitura.

Mesmo se passando em Londres, o livro traz com intensidade diversos elementos da cultura indiana, com foco na cultura punjabi. O Punjab é uma região fronteiriça entre Paquistão e Índia, que carrega em suas entranhas uma enorme riqueza histórica.


A TAG Inéditos trouxe em sua caixinha de fevereiro Escola de contos eróticos para viúvas, uma revistinha com um conteúdo excelente sobre a cultura punjabi, uma contextualização da literatura erótica, uma entrevista interessante com a autora e muito mais. Além disso, os assinantes também receberam um marcador, um incensário e dois incensos que ajudam a tornar a leitura ainda mais imersiva. Uma caixinha delicada e muito bem pensada para combinar com o livro.


Escola de contos eróticos para viúvas é um livro que mostra, com delicadeza a empatia, a força de mulheres que se unem para compartilhar histórias, dividir experiências e escrever sonhos. Balli Kaur Jaswal nos presenteia com um livro rápido de ler e extremamente prazeroso, capaz de provocar no leitor sua própria capacidade de criar cenários para suas fantasias. Um achado literário excelente.

E se você quiser conferir ainda mais a minha experiência lendo Escola de contos eróticos para viúvas, confira o vlog de leitura do livro!


Gostou da resenha e quer mais uma indicação de livro relacionado à cultura indiana? Então conheça O Diário de Nisha!

"Pela primeira vez na vida delas, puderam compartilhar abertamente seus pensamentos mais privados e saber que não estavam sozinhas. Eu as ajudei a descobrir isso, e me dispus a aprender com elas também. Aquelas mulheres estavam acostumadas a dar a outra face quando injustiças eram cometidas porque é inapropriado se envolver, ou ir até a polícia e trair um dos seus. [...] Elas sabem que são capazes de lutar" Página 318


E além do conteúdo postado no Blog, no YouTube, Instagram e Twitter, o Nostalgia Cinza conta com uma newsletter especial para os amantes da literatura. Além de ficar por dentro do conteúdo postado nas redes sociais, ao assinar a newsletter você tem acesso a conteúdos exclusivos sobre o mercado editorial, literatura e ainda fica à par dos lançamentos mais aguardados. Inscreva-se e receba também essas newsletters preparadas com muito carinho para todo leitor ♥
17:33 1 comments

Nos últimos anos, livros com enredos que se passam na Austrália têm caído cada vez mais nas minhas escolhas literárias. Liane Moriarty é um nome recorrente aqui no blog, assim como Jojo Moyes e agora Jane Harper entra para essa lista com muito louvor. A Seca foi o livro escolhido na caixinha de Agosto da TAG Inéditos, em parceria com a editora Morro Branco. Uma leitura surpreendente, complexa e envolvente.

Quer saber mais sobre o livro de Jane Harper? Então confira a resenha de A Seca!

"Não chove em Kiewarra, Austrália, há dois anos. As tensões na comunidade agrícola tornam-se insuportáveis quando três membros da família Hadler são encontrados mortos em sua propriedade. Todos acham que Luke Hadler matou a esposa e o filho de seis anos de idade e depois cometeu suicídio. Apenas a filha mais nova, ainda bebê, sobrevive. O policial Aaron Falk retorna à sua cidade natal para os funerais e se vê atraído para a investigação. Enquanto a suspeita paira sobre todos os moradores da cidade, Falk é forçado a confrontar a comunidade que o rejeitou vinte anos atrás. Um segredo que ele pensou estar enterrado há tempos ameaça voltar à tona com a morte de Luke. Velhas feridas se reabrirão nesta cidade árida."


FICHA TÉCNICA
Título: A Seca
Autora: Jane Harper
Páginas: 368
Ano: 2019
Editora: TAG Experências Literárias / Morro Branco
Nota: 4,5 
Compre: Amazon
Comprando por esse link você ajuda e incentiva o Nostalgia Cinza
LIVRO CEDIDO EM PARCERIA COM A TAG EXPERIÊNCIAS LITERÁRIAS





A Seca se passa em Kiewarra, uma cidade australiana, onde não chove há dois anos. O clima desértico e praticamente palpável já nas primeiras páginas e se faz presente ao longo de toda a narrativa. Além de estar cada vez mais interessada em descobrir autores australianos ou livros que se passam em diversas partes desse país, A Seca me chamou a atenção pela promessa de que a natureza seria praticamente um personagem no decorrer da história, o que de fato acontece.

"O calor do final de tarde o envolveu como um cobertor. Abriu a porta de trás com pressa para apanhar o paletó e queimou a mão no processo. Após a mais breve hesitação, pegou o chapéu de cima do assento. Tinha a aba larga e era de lona marrom rígida, não combinava com o terno fúnebre." Página 12


A natureza, além de ser uma inspiração literária por si só, quando trabalha de forma primorosa por um autor, pode acabar desempenhando um papel fundamental no desenvolvimento de uma história. Em Um Lugar Bem Longe Daqui, eu havia comentado a respeito dessa característica maravilhosa e como isso pode dar uma profundidade ainda maior para um enredo. Bebendo um pouco do Naturalismo literário e da ideia de que a natureza enriquece um livro e pode ser determinante para os personagens e suas ações, Jane Harper soube usar isso de forma bem interessante em uma quase ficção climática. Mesmo que ela não mencione, de forma explícita, o tempo inteiro, a seca e o clima quase desértico estão presentes em vários momentos, o leitor consegue praticamente sentir o sol sob a cabeça enquanto mergulha na história.

A seca se faz presente não apenas no cenário onde se passa a narrativa, mas também na amargura dos habitantes da cidade, na secura no trato uns com os outros, na forma áspera de lidar com questões humanas e na facilidade que todos têm de, a qualquer momento, fazer uma faísca se tornar um incêndio. Os fenômenos naturais dão um toque a mais para um livro cujo suspense já seria o suficiente para prender o leitor. O clima em si não é um fator determinante do livro, mas serve como um recurso literário interessante.


O suspense principal trata do assassinato brutal de uma família conehcida por todos na cidade. Por se tratar de uma comunidade pequena, o evento abala profundamente os alicerces das relações entre os habitantes, o que se torna ainda mais forte e profundo quando Aaron Falk, um antigo morador, retorna à cidade natal para os enterros e, como investigador, se vê preso a uma suspeita de que a tragédia escondia mais do que deixava transparecer.

Além da investigação informal que Aaron Falk começa a conduzir, o leitor é apresentado a um mistério que persegue o protagonista desde que optou por deixar a cidade: a morte de uma garota muito próxima, anos atrás. Os dois suspenses se desenvolvem ao longo da narrativa e o leitor, assim como Aaron Falk, se vê preso em uma teia de mentiras e mistérios que ameaçam mudar toda a comunidade.


Para ajudar a trabalhar o passado sem abrir mão do tempo presente, o autor faz uso de flashbacks. Além do itálico para separar esses blocos de texto, não há nada que delimita explicitamente a mudança de tempo na narrativa, mas a escrita de Jane Harper é tão bem definida que essa demarcação se torna desnecessária. Em muitos livros é fácil se perder durante flashbacks, mas em A Seca o leitor consegue entender perfeitamente que a narração segue o fluxo de pensamentos do protagonista, só tendo acesso às informações à medida que Aaron Falk as têm também. Jane Harper puxa o leitor para dentro da mente do personagem e consegue criar um fluxo natural de acordo com o ritmo de suas memórias, sem a ajuda de explicações mastigadas por parte do narrador.

"O imenso rio se transformara numa cicatriz empoeirada sobre a terra. O leito vazio se estendia longo e árido nas duas direções, suas curvas serpenteantes percorrendo o caminho por onde antes fluíra a água. O vão que os séculos haviam cavado era agora um mosaico de rochas e capim. Pelas margens, raízes cinza e nodosas estavam expostas como teias de aranha." Página 117


A Seca segue um ritmo de leitura bem tranquilo, mesmo pensando que se trata de um romance policial. As investigações são feitas à base da intuição de Aaron Falk e isso faz com que não existam muitos momentos eletrizantes ou impossíveis de largar o livro, mas mesmo assim é um enredo cativante. Jane Harper constrói bem o suspense e desenvolve a trama de forma inteligente e bem enigmática. É um daqueles livros em que o leitor dificilmente conseguirá adivinhar o final, o que faz com que A Seca ganhe ainda mais destaque em meio a outros livros do gênero.

A edição enviada pela TAG Inéditos também é um ponto a se levantar. Além da diagramação bem elegante e acessível, que promove uma leitura fluida, os brindes que compõe a caixinha dão um toque a mais para alguém que gosta de colecionar mimos literários. A sobrecapa ajuda a dar um ar de mistério para a narrativa, o vaso autoirrigavel deixa o leitor no clima da história, e a revista que acompanha o livro ajuda a ampliar o olhar para a leitura que está por vir. Clubes de assinatura de livro estão voltando a ganhar popularidade e meu primeiro contato com a caixinha da TAG Inéditos me fez entender perfeitamente o porquê.


A Seca é uma indicação perfeita para fãs de romances policiais e suspenses, além de ser um ótimo exemplo de como uma autora pode construir um enredo cativante, mantendo um ritmo praticamente constante na narrativa. Jane Harper representa um movimento de escritores australianos que tem tudo para ganhar ainda mais o leitor brasileiro.

Gostou da resenha e quer conhecer outro título incrível? Então conheça Um Lugar Bem Longe Daqui!

"Ficou ali em pé sobre as pernas trêmulas, a vista embaçada enquanto, ao seu redor, as cacatuas revoavam e cantavam em direção ao céu vermelho e abrasador. Sozinho, dentro daquela monstruosa ferida, Falk mergulhou o rosto nas mãos e gritou uma única vez." Página 118

SOBRE A TAG INÉDITOS
A TAG Experiências Literárias oferece dois tipos de clube do livro e assinatura: a TAG Curadoria e a TAG Inéditos. A Seca foi publicado pela TAG Inéditos em parceria com a editora Morro Branco. Os assinantes da TAG Inéditos recebem, todos os meses, livros que ainda não foram publicados no Brasil com uma curadoria feita por bookhunters. São best-sellers de leitura rápida e linguagem contemporânea, daqueles repletos de diálogos e cenas emocionantes, que fisgam o leitor desde as primeiras páginas. Na caixinha da TAG Inéditos você recebe o livro em edição exclusiva (brochura), box colecionável, revista sobre autor e a obra, mimo literário, marcador de página e playlist personalizada. Alguns meses depois do envio do livro para os assinantes do clube, o lançamento poderá ocorrer nas livrarias, mas a edição das prateleiras será diferente, pois a do clube tem tiragens limitadas e é exclusiva aos associados.




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16:27 No comments

Já estamos começando o segundo semestre e decidi responder a TAG 50% para relembrar algumas leituras marcantes de 2019, até agora. É sempre uma delícia relembrar livros e personagens e adorei responder essa TAG, já estou animada para começar minhas leituras do segundo semestre ♥

Confira o vídeo com as minhas respostas e aproveite para responder a TAG 50% também!



*Para fins de direitos autorais, declaro que as imagens utilizadas neste post não pertencem ao blog. Qualquer problema ou reclamação quanto aos direitos de imagem podem ser feitas diretamente com nosso contato. Atenderemos prontamente. Fonte: Florencia Viadana on Unsplash.

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12:04 No comments

Não sou de responder TAGs aqui no blog, apesar de adorar acompanhar as respostas de outras blogueiras e booktubers. Essa TAG me chamou a atenção por ser bem curtinha e tudo a ver com a música que não sai da minha cabeça há alguns meses. A TAG thank you, next foi criada pela Taís, do Pronome Interrogativo, mas fiquei com vontade de responder depois de conferir o vídeo da Ju Cirqueira. Sempre bom variar um pouco as postagens por aqui e dar uma descontraída, né? <3


But he wasn’t a match
Um livro que você jurou que ia amar quando soube da existência, mas acabou não sendo tudo isso

O livro Vox, por Christina Dalcher me chamou a atenção assim que soube do lançamento. Tenho me dedicado cada vez mais a leituras com temáticas feministas e Vox me encantou com essa premissa incrível. O livro de Christina Dalcher foi, inclusive, a escolha de fevereiro do clube de leitura que organizo em Belo Horizonte. Infelizmente não me senti tão cativada quanto outras pessoas e não consegui deixar de comparar com outras narrativas que me pegaram mais, como O Conto da Aia, por exemplo.

One taught me love, one taught me patience and one taught me pain
Um livro que foi um misto de sentimentos

A Cor Púrpura, de Alice Walker me deixou inquieta, admirada, triste, inconformada e reflexiva durante toda a leitura. O clássico que tem até mesmo uma poderosa adaptação para as telonas definitivamente gerou um misto de sentimentos. Alice fala, por meio de sua personagem, sobre a realidade de uma mulher negra que viveu durante o período entre guerras nos Estados Unidos. A realidade pós abolição, o contexto misógino, a pobreza e o racismo permeiam todos os pensamentos dessa protagonista que narra tudo por meio de cartas a Deus e à sua irmã.

Thank u, next
Aquele livro que você só queria terminar

São raros os livros que me fazem torcer para passar a última página, ainda mais quando a expectativa para com a leitura era altíssima. Hoje em dia tenho vontade de reler algumas páginas apenas para afirmar que a leitura realmente foi bem difícil de gostar, mas Solteirona - O Direito de Escolher a Própria Vida, de Kate Bolick me traumatizou bastante. Falei um pouco mais sobre a leitura do livro nesta resenha.

I’m so f*cking grateful for my ex
Um livro que te introduziu no mundo das leituras

É impossível não pensar em Crepúsculo. Apesar de nunca ter desgostado de ler, não tinha o hábito de leitura até que eu conhecesse o romance vampiresco de Stephanie Meyer. É com muito carinho que guardo os livros da saga na minha estante e, vez ou outra, me arrisco a reler alguns trechos e páginas e me sentir grata por ser quem sou hoje, graças à Crepúsculo <3

She taught me love, she taught me patience, how she handles pain
Uma personagem que te ensinou muito

Apesar de não ser uma personagem de ficção, Michelle Obama, em Minha História, me marou profundamente e me ensinou mais do que sou capaz de explicar em uma resenha. Uma mulher tão inspiradora como Michelle é capaz de mover gerações em todo o mundo e sua experiência, tanto como ex-primeira dama quanto como mulher negra, me ensinou algo novo a capa página. Falei com mais detalhes sobre Minha História nesta resenha.

Say I’ve loved and I’ve lost
Um livro que você emprestou e nunca mais te devolveram

Sempre fico com receio de emprestar livros e depois de tanto emprestar livros e recebê-los danificados ou nunca mais vê-los novamente, penso várias vezes antes de qualquer coisa. Um livro que eu adorava ter na estante, mas que nunca mais me devolveram foi Os 55 maiores jogos das Copas do Mundo, de Paulo Vinícius Coelho. Era um dos poucos livros voltados para futebol que eu tinha na estante e sinto falta até hoje :(


Gostaria de convidar a Bruna Curi, do Escritora Whovian, Juh Guedes, do Criativoativo Books e a Pollyana Campos para responder essa TAG também. Sintam-se livres para responder também, vou adorar ver as respostas de vocês e pegar mais indicações de leituras. E se quiserem me marcar em TAGs que acham que combinam com o Nostalgia Cinza, fiquem à vontade!



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04:08 No comments

            Sendo bem honesta, não sou muito de responder TAGs, acho que quem acompanha o blog há algum tempo já percebeu isso. Mas, numa dessas minhas visitas aos blogs que gosto de ler, me deparei com essa TAG no Sorriso Espontâneo. Achei a ideia bem diferente do que normalmente vejo por aí e pensei que seria uma ótima solução para quem não acompanha o blog há muito tempo ou já esqueceu algum post daqui.
            Foi muito legal passas as páginas do Nostalgia Cinza e reviver alguns momentos escondidos nos meus posts. Alguns até eu mesma já tinha me esquecido, outros aproveitei para me encantar de novo e ficar orgulhosa do trabalho. Espero que vocês gostem tanto quanto eu da seleção e se divirtam (re) descobrindo textos, resenhas e aventuras.

O POST MAIS BONITO | O post que mais me deixou encantada esteticamente falando, é desse ano e é, quem diria, uma resenha. A resenha de Poder, estilo e ócio me fez abrir a página inicial do blog várias vezes depois que foi postada. As cores das fotos, a combinação de imagens e texto e o fato de ter sido uma das minhas surpresas literárias mais agradáveis do ano, fez com que a resenha conquistasse esse título. Confesso que meu instinto de esfomeada me fez querer colocar Os melhores hambúrgueres de Nova York na lista, mas a resenha do livro de Joyce Pascowitch leva essa.

O POST MAIS POPULAR | Jamais vou entender porque Lançamentos de 2014: Os livros que mais espero continua sendo o post mais popular do blog. Foi um dos primeiros posts do Nostalgia Cinza e, até hoje, continua recebendo muitas visitas. Vai entender, né?

O POST QUE GEROU MAIS DISCUSSÃO/CONTROVÉRSIA | Nenhum post do blog gerou muita controvérsia, acho que isso é uma coisa boa, não? Mas a resenha de O Inferno de Gabriel deixou muita gente insatisfeita com o livro, o que rendeu várias críticas ao romance. Particularmente adoro a trilogia, mas muitos leitores não se encantaram e demonstraram seu desgosto, com todo direito, com os livros de Sylvain Reynard.

O POST QUE AJUDOU/AJUDA MUITA GENTE | O post que mais me fez receber mensagens e, até hoje, mais me deixa orgulhosa, é Que tal viajar sozinha? Várias pessoas me procuraram para dizer que estão começando a criar coragem de sair por aí sem ninguém e que meu post e minha experiência as inspiraram. Até hoje o post recebe visitas e comentários e gente me pedindo pra escrever mais a respeito do assunto. Cresci muito como pessoa e tentei passar isso para o post e acho que consegui, felizmente.

O POST NO QUAL O SUCESSO TE SURPREENDEU | A resenha de Como não ser um babaca foi definitivamente uma surpresa. Em poucos dias foram mais de mil compartilhamentos no Facebook e o post rapidamente foi parar na lista de mais lidos do blog. Além do livro ser um amorzinho, fiquei orgulhosa de uma resenha feita com tanta dedicação ter atingido um número maior do que eu esperava.

O POST QUE NÃO RECEBEU A ATENÇÃO QUE DEVERIA | Infelizmente, tenho essa sensação com vários posts do blog que achava que iriam receber mais atenção. Os melhoreshambúrgueres de Nova York é um desses posts. Por ser um post de dicas de viagem e de lugar, achei que o engajamento seria bem maior.

O POST QUE VOCÊ TEM MAIS ORGULHO | Como o Que tal viajar sozinha já está nessa lista, escolhi um dos meus textos favoritos e mais significativos que já escrevi. De bem com odestino foi uma das minhas reflexões mais maduras e marcantes até hoje porque percebi algumas coisas que me tornaram uma pessoa melhor e, consequentemente, minha vida ficou mais leve também. Tenho muito orgulho não apenas do post, mas do texto e de mim mesma por ter amadurecido dessa forma.

E aí? Qual desses posts você mais gostou? Já conhecia algum deles? Faltou algum nessa lista? Me conta aqui nos comentários, vou adorar saber <3
09:34 6 comments

            Todo mundo sempre diz: “não julgue um livro pela capa”, mas preciso confessar uma coisa; sempre comprei livros por causa das capas. E quer saber? Nunca deu errado, nem uma única vez. Parto da ideia de que um bom livro tem que ter uma boa capa também. Se você nunca ouviu falar do livro nem recebeu indicações, a capa é o primeiro convite a ler a história naquelas páginas.
            Quando estou procurando na internet, é um pouco diferente. No Skoob por exemplo o que mais me chama a atenção é a sinopse e a avaliação dos usuários, a capa fica escondidinha no canto da página. Mas entrar numa livraria é diferente. Os leitores vorazes vão entender o que vou dizer. Não existe nada melhor do que entrar num lugar cheio de pilhas e pilhas de livros novinhos, olhar para uma capa maravilhosa e se conectar com uma história que você nem conhece ainda. Nada melhor do que se encantar por uma capa e se apaixonar por uma história. Não é?
            Sempre que entro em uma livraria vou logo abrindo bem os olhos para encontrar aquela capa maravilhosa que me conquiste logo de primeira. Selecionei algumas das mais bonitas da minha estante e foi difícil, se pudesse colocava todas aqui. 
           Além de terem capas lindas, alguns desses livros estão entre os meus favoritos. Um deles é, de fato, meu favorito. E aí? Vai adivinhar qual é?



            Não podia deixar a trilogia Breathless de fora. As três capas me conquistaram de cara e, arrisco dizer, são as capas mais lindas da minha estante. A capa de Fogo é simplesmente maravilhosa. 
            Os quatro livros dessa série O Caso Blackstone também são lindas, mas a minha preferida é a de Nua. A capa dura desse livro do Sherlock Holmes e o estilo me fizeram comprar feliz na última Bienal do livro de Minas. (Clique aqui para ver o que mais comprei na Bienal) Essa capa de Além do bem e do mal também me encantou; simples e linda.
            O segredo do meu marido foi o primeiro livro que recebi da Intrínseca e quando abri o pacote e vi a capa já sabia que ela enfeitaria muito bem a minha estante. Rendição continuou minha saga de amores pelas capas dos livros da Maya Banks. O Blog da Clara é uma das minhas capas favoritas, é diferente, linda e apaixonante. PS: Ainda vem resenha desse livro por aí <3
            O Rei é meu livro favorito da série da Irmandade da Adaga Negra e, na minha opinião, tem a capa mais linda de todas. Chamativa, poderosa e sexy. Não consigo entrar no meu quarto e não olhar para o livro. 


            Adoro essa série de livros da Globo Livros, tenho mais alguns mas essa é a minha favorita. Os livros são muito explicativos, divertidos e não só as capas, mas as páginas também são lindas.
            Os outros três livros da série Crossfire da Sylvia Day também têm capas muito bonitas, mas a de Somente sua ganhou dessa vez. 
            A capa de Real e de Fury me chamaram a atenção não só por causa dos homens, mas porque adoro capas com fundos escuros e com alguma cor atraente. A trilogia de O Inferno de Gabriel também tem capas muito bonitas, mas o azul de O Julgamento de Gabriel ficou lindo. 
            Quem me conhece sabe que sou apaixonada por quadrinhos, principalmente os que envolvem os Avengers. Esse livro junta vários quadrinhos da história de Guerra Civil em forma de texto. Achei a ideia fantástica e a capa também, já tenho todos os outros semelhantes na linha lista de desejados. 


            Já na resenha que escrevi sobre Malas, memórias e marshmallows comentei sobre a capa. Amo capas brancas e a ideia de jogar vários elementos da história em forma de colagem foi muito criativa. O gatinho e o Elvis já me conquistaram de cara. 
            Como todos os livros da Irmandade, o Guia não podia ficar de fora. Depois de O Rei, é a capa mais bonita da coleção. Todo fã de carteirinha da saga tem que ter. 
            Amigo Secreto é um livro pequeno, com capa dura e um pouco brilhante. Apesar de ser vermelho e rosa e  muito chamativo, é lindo e os detalhes dourados combinaram perfeitamente. Fica lindo de enfeite na estante. 
            Pó de Lua é aquele livrinho que te chama a atenção logo na livraria. A capa parece ter sido desenhada à mão. O livro é pequeno e, assim como a capa, as páginas são desenhadas e cheias de ilustrações lindas. Também fica lindo na decoração. 


            Vários desses livros têm resenhas aqui no Nostalgia. Se você também se encantou por alguma capa, por que não se apaixonar também pela história? Procure a resenha que quiser aqui:

1.      Obsessão– Maya Banks
2.      Delírio– Maya Banks
3.      Fogo– Maya Banks
4.      Osegredo do meu marido – Liane Moriarty
5.      Somentesua – Sylvia Day
6.      Real– Katy Evans
7.      Oinferno de Gabriel – Sylvain Reynard
8.      Malas,memórias e marshmallows – Fernanda França
9.      Amigosecreto – Sylvia Day
10.  Pó de lua –Clarice Freire

            PS: Aceito pedidos de resenha se você se interessar por algum livro, não se acanhe, hehe.


            Se gostou do post, faz um parecido e me marca! Vou adorar conhecer as capas lindas da sua estante e, quem sabe, completar ainda mais a minha. Que tal?

Depois desse post, dá pra gente conversar sobre muita coisa, né? Você também compra livros por causa da capa? Qual dessas capas você achou mais bonita? E conseguiu adivinhar qual é o meu livro favorito? Não deixe de comentar!



15:46 37 comments

            Não sei vocês, mas eu nunca fui a maior fã de Carnaval. Gosto de sair com meus amigos, mas sempre detestei o cheiro de bebida e as músicas repetitivas. Então quando a Nandearah me chamou pra participar dessa maratona literária de Carnaval não pude recusar. A maratona foi ideia da Juliana Cirqueira do blog Nuvem Literária (assista ao vídeo) e decidi participar com muita empolgação. Além de ser uma ótima alternativa para quem, como eu, prefere se esconder da muvuca, é um ótimo incentivo para colocar algumas leituras em dia.
            Sempre aproveito os feriados para ler bastante, assistir aqueles episódios que estavam faltando e ver aquele filme que eu deveria ter visto há um bom tempo. Nesse Carnaval não vai ser diferente.
            Separei algumas leituras rápidas e gostosas para ler no meu feriado. Um dos livros é para a faculdade, mas era um título que estava na minha lista de livros desejados então lerei com prazer.
            Confira as minhas metas de leitura para os cinco dias:

Proteja-me - Maya Banks
Caleb Devereaux é um homem atraente, herdeiro de uma família rica e poderosa. Quando sua irmã caçula é sequestrada, ele tenta de tudo para encontrá-la, mas todos os esforços são em vão. A última esperança é Ramie St. Claire, uma jovem sensitiva de quem ouve falar, e que teria o poder de se conectar com pessoas localizando-as ao tocar em um objeto delas.
Caleb conhece Ramie e instantaneamente os dois percebem que a atração entre eles é intensa. O que o milionário não imagina é que a habilidade da bela moça tem um alto preço: ela vivencia a dor de quem ajuda, e isso custa-lhe sua própria vitalidade. Por isso, depois de achar a sequestrada, Ramie desaparece da vista do rapaz.
Ao mesmo tempo arrependido pelo sofrimento causado à jovem e profundamente fascinado por ela, ele tenta encontrá-la sem êxito. E quando pensa que Ramie havia partido para sempre, ela reaparece, e desta vez é ela quem pede ajuda. Seu dom a colocou em perigo e ela está sendo perseguida. Agora, Caleb vai fazer qualquer coisa para protegê-la, arriscando tudo, inclusive seu próprio coração.

Corações Sujos - Fernando Morais
A Shindô Remmei, ou "Liga do Caminho dos Súditos", nasceu em São Paulo após o fim da Segunda Guerra, em 1945. Para seus seguidores, a notícia da rendição japonesa não passava de uma fraude aliada. Como aceitar a notícia da derrota, se em 2.600 anos o invencível Japão jamais perdera uma guerra? Em poucos meses a colônia nipônica, composta de mais de 200 mil imigrantes, estava irremediavelmente dividida: de um lado ficavam os Katigumi, os "vitoristas" da Shindô Remmei, apoiados por 80% da comunidade japonesa no Brasil. Do outro, os makegumi, ou "derrotistas", apelidados de "corações sujos" pelos militantes da seita. Militarista e seguidora cega das tradições de seu país, a Shindô Remmei declara guerra aos "corações sujos", acusados de traição à pátria pelo crime de acreditar na verdade. De janeiro de 1946 a fevereiro de 1947, os matadores da Shindô Remmei percorrem o Estado de São Paulo realizando atentados que levam à morte 23 imigrantes e deixam cerca de 150 feridos. Em um ano, mais de 30 mil suspeitos dos crimes são presos pelo DOPS, 381 são condenados e oitenta são deportados para o Japão. Com a competência que lhe é habitual, Fernando Morais conta a história da seita nacionalista que aterrorizou a colônia japonesa no Brasil.

Blog da Clara
Neste livro, a escritora piauiense cativa o leitor por sua capacidade de sentir, de expressar sentimentos com uma leveza peculiar e comovente. Sua maturidade é enternecedora. Transforma temas corriqueiros em poesia, prosa, contos e versos.

            Sou assinante da Superinteressante e tive que me segurar para ler a revista apenas no Carnaval, normalmente devoro todas as páginas em um dia. Além da última edição da Super, também separei duas HQs para me fazer feliz no Carnaval. Acho que vai ser tranquilo e bem gostoso, o que não falta é opção de leitura, né?


            Que tal participar da maratona também? É super fácil! Cada um pode estipular sua própria meta, então se você não lê rápido ou não gosta tanto assim de ler, pode criar metas mais tranquilas e fáceis de atingir. Pra participar só precisa seguir duas regrinhas:

► Fazer um post (se não tiver blog, pode ser no facebook) ou vídeo informando que vai participar da Maratona, falando sua meta e colocando link para o post/vídeo de pelo menos uma das organizadoras da Maratona (Juliana ou Thaís).

► Preencher o formulário com seus dados: http://goo.gl/forms/O7fLLhBVHU

E use a hashtag #MLCarnaval pra compartilhar seu progresso e acompanhar o dos outros leitores.

            E aí? O que achou da Maratona e das minhas escolhas? Vai participar? Não deixe de me contar aqui nos comentários ou me procure em alguma das minhas redes sociais (Twitter, Instagram e Skoob). E se quiser que eu faça resenha de alguma das minhas escolhas de leitura, que tal sugerir também?



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Laura Brand. Editora, jornalista, produtora de conteúdo e apaixonada por contar histórias. É apaixonada por livros e acredita que cada página guarda uma história incrível que merece ser contada. Atualmente você pode encontrá-la falando sobre narrativas por aí, contando histórias escritas e ajudando a transformar sonhos em livros.

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