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Nostalgia Cinza

 


Em 2018 Michelle Obama conquistou o mundo com sua emocionante e inspiradora autobiografia. Minha História já apareceu por aqui no blog e foi uma das minhas leituras favoritas do ano quando saiu e ainda fica na minha cabeça sempre que penso em livros escritos por mulheres incríveis. 

Quatro anos depois a ex-primeira-dama dos Estados Unidos compartilha alguns conselhos e reflexões para manter a esperança e o equilíbrio em um mundo pós pandemia. Nossa luz interior: Superação em tempos incertos é um guia rápido e pessoal na voz de uma das mulheres mais conhecidas, adoradas e influentes do século XXI. 

Ao longo do livro que lembra uma continuação de Minha História, Michelle relembra alguns momentos marcantes de sua vida e compartilha alguns ensinamentos aprendidos nos últimos anos. Confira 5 lições de Nossa luz interior, por Michelle Obama: 

Ofereça a si mesmo a dádiva de se deixar absorver por algo 

No começo do livro Michelle Obama compartilha a angústia que sentiu durante a quarentena vivida na pandemia. Ela reflete sobre os detalhes que fizeram com que ela não se deixasse levar pela tristeza, pelo medo e pela dor e é, na minha opinião, a parte mais linda e tocante do livro. Ela fala sobre como aprender a tricotar ajudou não apenas a passar o tempo, mas a enxergar a grandeza de se permitir aproveitar pequenas coisas do dia a dia. 

O equilíbrio vem da associação 

Nesse ponto Michelle fala sobre alguns hábitos cultivados na época em que ainda estava na Casa Branca, sobre como o hábito de plantar e de fazer isso em comunidade. Ela discorre sobre saber olhar para o jardim e entender o que está faltando, o que está alimentando o solo etc. Sobre ter a sabedoria de enxergar e apreciar os detalhes.

São as práticas "só porque deu vontade" que nutrem nosso solo

Michelle bate na tecla de que priorizar algo que nos faz bem, mas que temos o hábito de deixar de lado em detrimento da rotina e do trabalho, faz a diferença em outras áreas da nossa vida. Ela encerra a primeira parte do livro que mesmo algo que consideramos pequeno tem o poder de fazer a diferença não só para nós, mas no que devolvemos para a sociedade. 

É mais fácil destruir algo que não nos pertence 

Nessa parte do livro Michelle compartilha sua experiência como uma mulher preta ocupando espaços majoritariamente masculinos e brancos. Ela fala sobre como "é complicado sonhar com o que não se vê" e como isso faz com que várias pessoas se questionem onde e como poderiam achar seu espaço se não existem versões delas mesmas no mundo. É uma parte necessária que me lembrou bastante Minha História. 

Quando a gente escolhe viver com outra pessoa, essa escolha determina como vamos viver 

Michelle Obama também compartilha um pouco do que aprendeu ao longo de tantos anos casada com Barack, não apenas na figura de presidente dos Estados Unidos, mas como o parceiro com quem escolheu dividir a vida. Ela fala sobre amores reais frente a um mundo onde as relações são romantizadas e exageradas e como os relacionamentos são dinâmicos, cheios de mudanças, sempre evoluindo. 

Michelle Obama é uma mulher extremamente cativante e gosto sempre que acompanhar o que ela decide compartilhar com o mundo. Nossa luz interior: Superação em tempos incertos não chegou aos pés de Minha História, mas é uma leitura relaxante e que conversa bastante principalmente com mulheres. Sempre uma inspiração ♥

Gosta do meu trabalho e quer apoiar de alguma forma? Conheça meu projeto no Catarse! Com esse apoio mensal é possível cobrir alguns custos para manter o trabalho, investir em equipamentos novos, pagar algumas continhas e dedicar mais tempo aos livros que tanto amo e quero apresentar para vocês ♥

11:47 No comments

Desde que comecei a faculdade de jornalismo tenho me deparado com várias histórias incríveis que me fizeram crescer como escritora e como pessoa. O papel do jornalismo é contar histórias que façam a diferença na vida de alguém e livros-reportagens são perfeitos exemplos de como isso pode ser feito. Um gênero literário que eu nunca havia ouvido falar passou a ser um dos meus favoritos e uma grande fonte de inspiração. Separei 5 livros-reportagem com temáticas diferentes, importantes e que acredito que valem a pena ser divulgados.
Pra quem não sabe, o jornalismo literário é um gênero relativamente novo, é uma especialização do jornalismo que mistura a verdade dos fatos, acontecimentos reais e uma forma mais literária de contar essas histórias. É um jeito de se aprofundar num determinado tema, transmitir informações com mais detalhes e ao mesmo tempo ser uma narrativa quase romântica. Gay Talese é considerado o pai do jornalismo literário e não podia faltar um livro-reportagem de um dos jornalistas mais respeitados do mundo. Tem indicação de duas brasileiras maravilhosas, a Eliane Brum que conquista com sua narrativa extremamente real, crua, tocante, e a Nana Queiroz, fundadora da Revista AzMina e feminista engajada.

Resumindo, não faltam opções de livros-reportagem para conhecer! Confira:


A VIDA QUE NINGUÉM VÊ - Eliane Brum
"Uma repórter em busca dos acontecimentos que não viram notícia e das pessoas que não são celebridades. Uma cronista à procura do extraordinário contido em cada vida anônima. Uma escritora que mergulha no cotidiano para provar que não existem vidas comuns. O mendigo que jamais pediu coisa alguma. O carregador de malas do aeroporto que nunca voou. O macaco que ao fugir da jaula foi ao bar beber uma cerveja. O álbum de fotografias atirado no lixo que começa com uma moça de família e termina com uma corista. O homem que comia vidro, mas só se machucava com a invisibilidade.
Essas fascinantes histórias da vida real fizeram sucesso no final dos anos 90, quando as crônicas-reportagens eram publicadas na edição de sábado do jornal Zero Hora. Reunidas agora em livro, formam uma obra que emociona pela sensibilidade da prosa de Eliane Brum e pela agudeza do olhar que a repórter imprime aos seus personagens - todos eles tão extraordinariamente reais que parecem saídos de um livro de ficção."

O VOYEUR - Gay Talese
"Conheço um homem casado, com dois filhos, que comprou um motel de 21 quartos perto de Denver, há muitos anos, a fim de se tornar um voyeur residente.” Assim começa a espantosa história que Gay Talese, um dos maiores nomes do jornalismo literário, narra em ''O voyeur''. O homem é Gerald Foos, que construiu uma “plataforma de observação” para bisbilhotar a vida de seus hóspedes. Intrigado, Talese investiga os diários do proprietário, um complexo registro de suas obsessões e das transformações da sociedade americana, mas só após trinta e cinco anos o jornalista pode divulgar a história. Um trabalho extraordinário e polêmico do repórter que mudou para sempre a face do jornalismo."


PRESOS QUE MENSTRUAM - Nana Queiroz
"Carandiru feminino. A brutal vida das mulheres tratadas como homens nas prisões brasileiras.
Grande reportagem sobre o cotidiano das prisões femininas no Brasil, um tabu neste país, Nana Queiroz alcança o que é esperado do futuro do jornalismo: ao ouvir e dar voz às presas (e às famílias delas), desde os episódios que as levaram à cadeia até o cotidiano no cárcere, a autora costura e ilumina o mais completo e ambicioso panorama da vida de uma presidiária brasileira. Um livro obrigatório à compreensão de que não se pode falar da miséria do sistema carcerário brasileiro sem incorporar e discutir sua porção invisível.
Presos que menstruam, trabalho que inaugura mais um campo de investigação não idealizado sobre a feminilidade, é reportagem que cumpre o que promete desde a pancada do título: os nós da sociedade brasileira não deixarão de existir por simples ocultação – senão apenas com enfrentamento."

A SANGUE FRIO - Truman Capote
"Um homem religioso, uma mãe depressiva, um adolescente, uma garota dona de casa, um cachorro amedrontado e dois ladrões frustrados. Esses e outros personagens são os ingredientes chave para o romance jornalístico A sangue frio, de Truman Capote. O livro é uma reportagem investigativa sobre o assassinato de quatro membros da família Clutter, o casal e seus dois filhos caçulas, ocorrido em 1959 na cidade de Holcomb, no Kansas, Estados Unidos."




CORAÇÕES SUJOS - Fernando Morais
"A Shindo Renmei, ou "Liga do Caminho dos Súditos", nasceu em São Paulo após o fim da Segunda Guerra, em 1945. Para seus seguidores, a notícia da rendição japonesa não passava de uma fraude aliada. Como aceitar a derrota, se em 2600 anos o invencível Japão jamais perdera uma guerra? Em poucos meses a colônia nipônica, composta de mais de 200 mil imigrantes, estava irremediavelmente dividida: de um lado ficavam os kachigumi, os "vitoristas" da Shindo Renmei, apoiados por 80% da comunidade japonesa no Brasil. Do outro, os makegumi, ou "derrotistas", apelidados de "corações sujos" pelos militantes da seita.
Militarista e seguidora cega das tradições de seu país, a Shindo Renmei declara guerra aos "corações sujos", acusados de traição à pátria pelo crime de acreditar na verdade. De janeiro de 1946 a fevereiro de 1947, os matadores da Shindo Renmei percorrem o Estado de São Paulo realizando atentados que levam à morte 23 imigrantes e deixam cerca de 150 feridos. Em um ano, mais de 30 mil suspeitos dos crimes são presos pelo DOPS, 381 são condenados e 80 são deportados para o Japão. Nesta sua volta à grande reportagem, Fernando Morais conta a história da seita nacionalista que aterrorizou a colônia japonesa no Brasil."

Livros-reportagem são exemplos de como o jornalismo pode ser muito mais do que notícias rasas e assuntos banais. E o jornalismo literário me mostrou como é possível juntar a paixão por livros, histórias incrivelmente reais narrativas marcantes. Que essas 5 indicações sirvam de inspiração para os amantes do gênero e para aqueles que ainda não se aventuraram nesse universo!

*Para fins de direitos autorais, declaro que as imagens utilizadas neste post não pertencem ao blog. Qualquer problema ou reclamação quanto aos direitos de imagem podem ser feitas diretamente com nosso contato. Atenderemos prontamente. Fonte: brittanickel.

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14:20 5 comments

Romances de época fazem parte de um gênero literário que parece conquistar mais e mais leitores a cada dia que passa. Acho que nunca vi tantos livros desse tipo nas prateleiras como nos últimos tempos. Pensando em indicar alguns bem legais, convidei minha amiga Bruna Curi do blog Escritora Whovian para escolher alguns e escrever esse guest post.
A Bruna tem o blog há algum tempo e é um dos meus favoritos. Sempre que posso dou uma olhada nos posts novos dela (uma salva de palmas pra uma blogueira que consegue atualizar com frequência sem perder a qualidade) para conferir o que ela anda lendo e assistindo.
Aproveitem as dicas valiosíssimas da Bruna e me contem se vocês têm mais romances de época na lista de favoritos!



1) APRENDENDO A SEDUZIR – PATRICIA CABOT
Esse foi um dos primeiros romances de época que eu li e sempre que tenho oportunidade gosto de relê-lo (acho que nunca vou me cansar dessa história). A trama se passa em Londres no século XIX e mostra o dilema da Lady Caroline Lindford: seu noivo está lhe traindo. Cancelar o casamento não é uma opção válida e Caroline não está disposta a causar um escândalo. Ela resolve buscar ajuda com Braden Granville, que é conhecido por ser um dos homens mais sedutores de Londres. Braden começa a dar aulas de sedução para Caroline, mas o que eles não imaginam é que professor e aluna irão se aproximar muito mais do que o esperado.
A escrita da Patricia Cabot (pseudônimo usado por Meg Cabot) é muito envolvente e a química entre os personagens é enorme! “Aprendendo a Seduzir” é um livro que marcou a minha adolescência.

“Durante um baile, Lady Caroline Linford abre a porta de um dos cômodos e flagra seu noivo, o marquês de Winchilsea, nos braços de outra mulher.
Para a sociedade vitoriana do século XIX, tais escapulidas masculinas eram normais, e cancelar o casamento seria impensável. O jeito, decide a jovem, é aprender a ser, ao mesmo tempo, a esposa e a amante, para que o marquês nunca mais tenha de procurar outra mulher fora do lar. Por isso, resolve tomar lições - teóricas, claro - sobre a arte do amor com o melhor dos professores: Braden Granville, o mais notório libertino de Londres.
Logo nas primeiras aulas começam a voar faíscas e as barreiras entre professor e aluna caem.
Escrito por Meg Cabot, sob seu pseudônimo, esse romance vai mostrar que o amor escolhe seus próprios caminhos, sempre imprevisíveis.”


2) E VIVERAM FELIZES PARA SEMPRE – JULIA QUINN
Não posso falar sobre romances de época sem citar a Julia Quinn, ela acabou se consagrando nesse meio com os livros da série “Os Bridgerton” e o “Quarteto Smythe-Smith”. Como sou uma grande fã dessa série escolher apenas um livro foi uma tarefa complicada, afinal de contas todos são muito bons (recomendo todos)! Mas como posso escolher apenas um, o livro que me mais marcou foi: “E Viveram Felizes Para Sempre”, o último volume da série dos Bridgerton. O que eu mais gostei desse livro é que ele reúne 8 contos mostrando a vida de todos os membros da família Bridgerton. Para mim essa foi uma grande maneira de encerrar essa saga, sem contar que foi algo totalmente diferente do que a Julia Quinn vinha fazendo nos livros anteriores.

“Alguns finais são apenas o começo...
Era uma vez uma família criada por uma autora de romances históricos...
Mas não era uma família comum. Oito irmãos e irmãs, seus maridos e esposas, filhos e filhas, sobrinhas e sobrinhos, além de uma irresistível matriarca. Esses são os Bridgertons: mais que uma família, uma força da natureza.
Ao longo de oito romances que foram sucesso de vendas, os leitores riram, choraram e se apaixonaram. Só que eles queriam mais. Então começaram a questionar a autora: O que aconteceu depois? Simon leu as cartas deixadas pelo pai? Francesca e Michael tiveram filhos? O que foi feito dos terríveis enteados de Eloise? Hyacinth finalmente encontrou os diamantes?
A última página de um livro realmente tem que ser o fim da história? Julia Quinn acha que não e, em E viveram felizes para sempre, oferece oito epílogos extras, todos sensuais, engraçados e reconfortantes, e responde aos anseios dos leitores trazendo, ainda, um drama inesperado, um final feliz para um personagem muito merecedor e um delicioso conto no qual ficamos conhecendo melhor ninguém menos que a sábia e espirituosa matriarca Violet Bridgerton.
Veja como tudo começou e descubra o que veio depois do fim desta série que encantou leitores no mundo inteiro.”



3) PERDIDA – CARINA RISSI
Essa é outra série que eu amo, mas se eu tenho que escolher apenas um é “Perdida”, o livro onde tudo começou. Todo mundo sonha em encontrar o amor verdadeiro, a sua cara metade, não é? Esse é o caso de Sofia, uma garota comum do século XXI. O que ela não conseguia imaginar era que iria encontrar o seu verdadeiro amor nos braços de Ian Clarke, um rapaz do século XIX. Vemos os personagens lutando para poder viver esse amor, algo tão grande e profundo que é capaz de superar as barreiras do tempo.

“Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam. Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo e lindo Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos...”

4) A VIAJANTE DO TEMPO (OUTLANDER #1) – DIANNA GABALDON
Esse é outro romance de época que envolve uma viagem temporal (a personagem Clai está vivendo no ano de 1945 quando é transportada para a Escócia em 1743, através da Craigh na Dun, o círculo de pedras), mas diferente dos livros da Carina Rissi, a série da Dianna tem um tom um pouco mais sombrio. Durante a trama acompanhamos os conflitos entre os escoceses e os ingleses, vemos Claire se esforçando para se adaptar nessa nova época e o seu grande dilema: voltar para Frank, o seu marido, ou deixar-se envolver com Jaime, um jovem guerreiro escocês. A história desse livro é tão envolvente que eu li ele em uma questão de poucos dias, e algo que eu achei interessante foi ver que a série Outlander (está disponível na Netflix, não perde mais tempo e vai logo assistir) está se mantendo extremamente fiel aos livros!

“Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira Claire Randall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois, quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vê no ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros.
Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forças que não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podem ameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovem guerreiro escocês, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente?”


5) BELGRAVIA – JULIAN FELLOWES
E eu não podia acabar essa lista sem falar de um dos meus queridinhos: “Belgravia”, de Julian Fellowes. A trama é dividia em duas partes: Bruxelas (1815) e Londres (1840). Esse foi o meu primeiro contato com a obra de Fellowes e foi totalmente surpreendente, o autor criou uma história muito bem estruturada, com relações sólidas entre os personagens e um plot twist incrível! O livro mostra a relação entre duas famílias e como um grande segredo irá mudar essas relações, e enquanto novos amores vão surgindo algumas traições acontecem.

“Uma nova saga histórica, fascinante e irresistível, repleta de segredos e escândalos
Ambientada nos anos 1840, quando os altos escalões da sociedade londrina começam a conviver com a classe industrial emergente, e com um riquíssimo rol de personagens, a saga de Belgravia tem início na véspera da Batalha de Waterloo, em junho de 1815, no lendário baile oferecido em Bruxelas pela duquesa de Richmond em homenagem ao duque de Wellington.
Pouco antes de uma da manhã, os convidados são surpreendidos pela notícia de que Napoleão invadiu o país. O duque de Wellington precisa partir imediatamente com suas tropas. Muitos morrerão no campo de batalha ainda vestidos com os uniformes de gala.
No baile estão James e Anne Trenchard, um casal que fez fortuna com o comércio. Sua bela filha, Sophia, encanta os olhos de Edmund Bellasis, o herdeiro de uma das famílias mais proeminentes da Bretanha. Um único acontecimento nessa noite afetará drasticamente a vida de todos os envolvidos. Passados vinte e cinco anos, quando as duas famílias estão instaladas no recente bairro de Belgravia, as consequências daquele terrível episódio ainda são marcantes, e ficarão cada vez mais enredadas na intrincada teia de fofocas e intrigas que fervilham no interior das mansões da Belgrave Square.”



E aí? Gostaram das indicações de romances de época da Bruna? Já conheciam algum desses títulos? Não deixe de nos contar nos comentários! Ah! Quer ficar por dentro de todos os posts do Nostalgia Cinza? Então assine a newsletter! É só colocar seu email, prometo não encher sua caixa de entrada <3
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Laura Brand. Editora, jornalista, produtora de conteúdo e apaixonada por contar histórias. É apaixonada por livros e acredita que cada página guarda uma história incrível que merece ser contada. Atualmente você pode encontrá-la falando sobre narrativas por aí, contando histórias escritas e ajudando a transformar sonhos em livros.

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